São grandes os avanços e descobertas na área da neurociência ligada ao processo de aprendizagem e é sem dúvida nenhuma uma revolução para o meio educacional. Sabemos que a Neurociência da aprendizagem, em termos gerais, é o estudo de como o cérebro aprende. Consiste no entendimento de como as redes neurais são estabelecidas no momento da aprendizagem, bem como de que maneira os estímulos chegam ao cérebro, da forma como as memórias se consolidam e de como temos acesso a essas informações armazenadas, como por exemplo, para poder entender os mecanismos atencionais e comportamentais de nossas crianças com TDAH. Deste modo o uso de estratégias adequadas em um processo de ensino dinâmico e prazeroso provocará consequentemente, alterações na quantidade e qualidade destas conexões sinápticas, afetando assim o funcionamento cerebral de forma positiva e permanente com resultados extremamente satisfatórios.

TDAH

Estudos na área neurocientífica, centrados no manejo do aluno em sala de aula, vem nos esclarecer que a aprendizagem ocorre quando dois ou mais sistemas funcionam de forma inter relacionada. Desta forma, podemos entender, por exemplo, como é valioso aliar a música e os jogos em atividades escolares, pois há a possibilidade de se trabalhar simultaneamente mais de um sistema: o auditivo, o visual e até mesmo o sistema tátil (a música possibilitando dramatizações).

Os games (adorados pelas crianças e adolescentes com ou sem TDAH), ainda em discussão no âmbito acadêmico, são fantásticos na sua forma de manter nossos alunos plugados e podem ser mais uma ferramenta facilitadora, pois possibilita estimular o raciocínio lógico, a atenção, a concentração, ainda mais no caso do aluno com TDAH, os conceitos matemáticos e através de cruzadinhas e caça-palavras interativos, desenvolver a ortografia de forma desafiadora e prazerosa para os alunos. Existem inúmeros sites na internet que nos disponibilizam esses jogos.

Portanto, o grande desafio dos educadores é viabilizar uma aula que facilite esse “disparo neural”, as sinapses e o funcionamento desses sistemas, sem que necessariamente o professor tenha que saber se a melhor forma de seu aluno lidar com os objetos externos é: auditiva, visual ou tátil. Quando ciente da modalidade de aprendizagem do seu aluno,  o professor saberá quais estratégias mais adequadas utilizar e certamente fará uso desse grande e inigualável meio facilitador no processo ensino – aprendizagem.

De que forma desencadear isso em sala de aula? Como o professor pode ajudar nesse “fortalecimento neural”? Todo ensino desafiador ministrado de forma lúdica tem esse efeito: aulas dinâmicas, divertidas, ricas em conteúdo visual e concreto, onde o aluno não é um mero observador, passivo e distante, mas sim, participante, questionador e ativo nessa construção do seu próprio saber. O conteúdo antes desestimulante e repetitivo para o aluno e professor ganha uma nova roupagem: agora propicia novas descobertas, novos saberes, é dinâmico e flexível, plugado em uma era informatizada aonde a cada momento novas informações chegam ao mundo desse aluno. Professor e aluno interagem ativamente, criam, viabilizam possibilidades e meios de fazer esse saber, construindo juntos a aprendizagem.

 

Fonte: www.ceitec.com.br/artigos/pagina-tres.html

 

Sugestões de atividades de marchinhas para serem trabalhadas no carnaval

 

Orais:

A professora canta um pedaço da música e as crianças continuam; ou as crianças cantam a música sem usar palavras, imitando sons de animais, ou fazem adaptações no momento de cantar, como interpretar a canção mais alto, mais baixo, rindo, chorando, entre outros.

Escritas

O professor mantém, na sala, um cartaz com a letra da marchinha e os alunos recebem uma cópia para ser mantida em um lugar específico (caderno, apostila);

O professor pode eleger algumas palavras-chave para enfocar na marchinha. Palavras que remetem a imagens concretas são mais fáceis para desenvolver atividades;

As crianças podem localizar as palavras trabalhadas na música, acompanhar a leitura com o dedinho, de modo que seja um trabalho de texto memorizado. Apresente, também, imagens das palavras trabalhadas e plaquinhas com seus respectivos nomes, pedindo aos alunos que relacionem a imagem à palavra, entre outros.

Idade: 2 a 6 anos.

 

Letra da marchinha

 

Alah-lá- ô

Alah-lá- ô, ô, ô, ô

Mas, que calor, ô, ô, ô, ô

Atravessamos o ___________ do Saara

O ________ estava quente

Queimou, a nossa cara

 

Viemos do Egito

E muitas vezes nós tivemos que rezar

Alah!, Alah!, Alah!, meu bom Alah!

Mande ________pra ioiô

Mande ________ pra Iaiá

 

Palavras escolhidas para trabalhar

Sol

TDAH

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Deserto

TDAH

Água

TDAH

 

 

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Psicopedagoga, Psicanalista Clínica, Palestrante, Bacharel em Administração de Empresas, Professora do município de Juazeiro-BA na área de Atendimento Educacional Especializado, Escritora/poetisa com livro publicado pela Editora Baraúna e CBJE.
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