A palavra Dislexia geralmente nos leva a pensar em problemas que as crianças estariam tendo na escola com leitura, escrita, ortografia e matemática aliada a ela pode existir uma comorbidade como o TDAH. Na Dislexia existe também a associação com trocas de letras ou palavras ou com a dificuldade ou lentidão na aprendizagem. A dislexia é considerada um transtorno de aprendizagem. Na verdade, isso é apenas um aspecto da mesma.

TDAH

Existem muitas pessoas consideradas “gênios” apesar de ter dislexia, o que não é surpreendente, pois, a genialidade destas pessoas não ocorreu apesar da dislexia, mas, por causa dela.

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Ter dislexia não faz com que todos os disléxicos sejam gênios, mas é bom para a autoestima de todos, saberem que suas mentes funcionam exatamente do mesmo modo que as mentes de grandes gênios. É de suma importância saberem também que o fato de terem um problema com leitura, escrita, ortografia ou lógica matemática não significa que sejam burros ou possam ser rotulados de idiotas. A mesma função mental que produz um gênio pode também produzir estes problemas.

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A dislexia pode ser considerada sim, uma habilidade natural, um talento, além do transtorno. Disléxicos são perceptivos, curiosos, intuitivos, podem vivenciar o pensamento como realidade. Portanto, se estas habilidades não forem suprimidas, anuladas ou destruídas pelos pais ou pelo processo educacional, resultarão em duas características: inteligência acima do normal e extraordinária criatividade. Deste modo, é preciso olhar o transtorno da aprendizagem conhecido como dislexia por um ângulo diferente, como o despertar de um talento.

Em primeiro lugar é necessário identificar os transtornos de aprendizagem precocemente como a Dislexia ou TDAH, custos elevados em termos de recursos humanos e financeiros quando as crianças apresentam problemas na leitura ou escrita persistente são uma questão com a qual muitos pais, professores e alunos podem se identificar. As razões para promover a identificação precoce não são difíceis de enumerar. Em termos gerais, a identificação precoce permite o estabelecimento de uma rede de comunicação e apoio dentro da qual as necessidades da criança podem ser tanto satisfeitas com a precisão quanto manejadas com sensibilidade.

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As crianças cuja situação de risco tem sido reconhecida aos 5 ou 6 anos de idade têm bem menos campo educacional para compensar do que aquelas com problemas identificados mais tarde em sua vida escolar. Transpor uma lacuna no desempenho de até 12 meses, na idade de 6 ou 7 anos, é uma tarefa mais fácil e mais rápida do que compensar cinco anos de progresso de leitura perdidos em uma criança para que ela possa enfrentar as demandas do currículo de uma escola de ensino médio.

Conforme uma perspectiva prática da psicologia, avaliar uma criança de apenas cinco, seis ou sete anos resulta em um perfil de teste “mais puro” e, por isso, mais fácil de interpretar do que um obtido de uma criança mais velha, cujo padrão de pontuação pode ter se tornado distorcido ou obscurecido através de fatores experienciais, como, por exemplo, métodos de ensino diferentes ou estratégias compensatórias que a criança desenvolveu.

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A maior parte dos professores reconhece a maior facilidade de trabalhar com crianças de menos idade que apesar da Dislexia ou TDAH, ainda não experimentaram frustação excessiva e sentimentos de fracasso que possam afetar significativamente e adversamente sua motivação e receptividade. Ademais crianças não diagnosticas e não tratadas correm sério risco de apresentar maiores dificuldades em sua aprendizagem, comportamento cada vez mais inquieto ou até perturbado e possíveis transtornos emocionais (comorbidades).

Deste modo é imprescindível que  haja a identificação precoce dos transtornos de aprendizagem como dislexia e TDAH, para que os pais, professores e as crianças possam alguns problemas advindos do transtorno (se de fato houver) e através de estratégias e atividades desenvolver ativamente suas habilidades e aptidões proporcionando ás mesmas uma melhor qualidade tanto em sua aprendizagem como em sua vida social.

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Psicopedagoga, Psicanalista Clínica, Palestrante, Bacharel em Administração de Empresas, Professora do município de Juazeiro-BA na área de Atendimento Educacional Especializado, Escritora/poetisa com livro publicado pela Editora Baraúna e CBJE.
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A importância da identificação precoce dos transtornos de aprendizagem como Dislexia e TDAH
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