É preciso entender cada fase da criança para ensinar ou acompanhar o desenvolvimento das mesmas tenham elas ou não TDAH. Devemos portanto,  nos atentar a alguns fatores para que possamos tanto trabalhar o emocional delas como o cognitivo e obter assim a aprendizagem.

TDAH

Desenvolvimento da afetividade e socialização:

 

A resolução edipiana e a entrada no período de latência coincidem com a queda dos dentes de leite. As relações com os pais se estabilizam e, ao menos em parte, esfriam-se um pouco. Diminuem os beijos e abraços dados espontaneamente, são frequentes os esquecimentos de dar “boa noite” ou “bom dia”, e os jogos e atividades comuns que poucos meses atrás eram um desejo agora perderam o interesse.

 

A criança de sete ou oito anos espera com ansiedade o momento de voltar a reunir-se com seus amigos, deixando de lado os pais e inclusive os irmãos, antes companheiros preferidos de brincadeiras.

Ao falar de seus genitores, o fazem sem qualquer relação afetiva, como se se tratasse exclusivamente de personagens sociais.

 

A escola

 

Os interesses das crianças inclusive das que tem TDAH, partem do egocentrismo para se socializar mais, costuma melhorar neste aspecto. O rendimento escolar costuma melhorar, salvo as restrições dos sintomas das crianças com diagnóstico de TDAH que precisa ser verificado e acompanhado se possível, por especialistas da área. Neste período, começam a vislumbrar-se de capacidades e potencialidades individuais nos domínios da arte, do esporte, do artesanato ou da criatividade.

TDAH

Os responsáveis pela educação destas crianças devem estar atentos a isso e colocar ao seu dispor tudo o que for necessário para que tais capacidades possam expressar-se ao máximo.

 

Desenvolvimento cognitivo

 

Supõe-se que, para diferentes idades do desenvolvimento infantil, correspondem determinadas funções intelectuais (atividades e características entre 5 e 6 anos). O aprendizado escolar previsto para cada momento coincide, por sua vez, com estas etapas evolutivas do conhecimento.

 

Na medida em que a criança tenha avançado com maior ou menor rapidez, tenha ela transtorno de aprendizagem, TDAH, ou não, neste aspecto, com relação ao ritmo esperado, terá maior ou menor facilidade ou mesmo dificuldade para assimilar o aprendizado destinado a cada idade.

Por outro lado, a inteligência não é um bloco compacto, nem evolui como tal, mas composto pela integração de numerosas funções.

 

Outro fator de importância decisiva é a motivação que a criança tem para aprender. Este interesse também não constitui uma qualidade fixa nela; os professores e os pais podem estimulá-la ou inibi-la com sua atitude.

Igualmente importante é o clima intelectual existente na família.

 

Os pais que são leitores assíduos ouvem música e, em geral, procuram aprimorar-se culturalmente, oferecem à criança um modelo de identificação aplicável à sua evolução e formação intelectual, que atua com força redobrada. Por um lado, à medida que procuram estimulá-la diretamente a imitá-los e, por outro, ao mostrar com seu exemplo a presença constante desses interesses em suas próprias vidas.

 

Atividades que podem ser trabalhadas

 

Bingo Gramatical

 

Habilidade: Linguagem (flexão de gêneros)

 

Estimulação: percepção visual/vocabulário

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Colecionar figuras coloridas de objetos variados de revistas, como por exemplo: blusa, sapato, óculos, frutas ou ainda animais. Colar essas figuras em cartolina, formando 36 fichas. Em uma caixa, papeizinhos dobrados como os nomes das figuras.

Distribuir as figuras entre os participantes e sortear os papéis com seus nomes. A criança que estiver com a figura deve apresenta-la nomeando-a  com suas qualidades, observando a concordância em gênero dos substantivos e adjetivos. Exemplo: a camisa branca, o pente azul, etc.

 

Livro das rimas

TDAH

Habilidades: Linguagens oral e escrita, identidade e autonomia

Estimulação: Ampliar as expressões oral e escrita, apresentar a diversidade de assuntos que um livro pode conter; desenvolver a percepção, a atenção, a socialização e a autoestima.

 

Comece o trabalho ensinando as crianças o que são rimas e proponha-lhes uma brincadeira para eles completarem com palavras que combinam entre si. Então reúna as crianças em círculo e inicie com uma frase. Por exemplo: “Era uma vez um menino chamado João, e no seu armário ele guardava um pão, um peão, um mamão… o que mais ele guardava em seu armário? A partir desta frase, pode-se estimular as crianças a citar outras palavras que terminem em “ão” para rimar. Dê continuidade á atividade com outras rimas.

Todo o direcionamento da história com as rimas sugeridas pelas crianças deve ser anotado na lousa ou em papel ofício, em letra bastão, para que elas possam reescrevê-las em seus cadernos. Não trabalhe com muitas palavras para rimar por vez, para que não fique cansativo.

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Escolha umas das rimas e oriente as crianças a confeccionar um livro. Digite a frase inicial e solicite-lhes desenhos ou gravuras para ilustrá-la. Na página seguinte, digite a segunda rima e, também, peça-lhes que façam um desenho. Prossiga o trabalho dessa forma até terminar as rimas. Numere as páginas e combinem, coletivamente, um nome para o livro, que deverá ser escrito na capa junto com o desenho do personagem principal. Guarde as produções para fazer parte da exposição.

 

 

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Psicopedagoga, Psicanalista Clínica, Palestrante, Bacharel em Administração de Empresas, Professora do município de Juazeiro-BA na área de Atendimento Educacional Especializado, Escritora/poetisa com livro publicado pela Editora Baraúna e CBJE.
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Atividades e características do desenvolvimento das crianças entre 7 e 8 anos com e sem TDAH.
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